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Bom negocio?
09/05/2015, 01:10
Resposta: #11
RE: Bom negocio?
Heitor,

O City tem ABS com EBD sim!!! (Anti-lock Brake System/Electronic Brake Distribuiton) E já testei ele e funciona muito bem (descendo ladeira, pista levemente molhada só no canto).

O City é sim, muito mais carro que o New Fiesta. Você mesmo concorda. Caso contrário você teria comprado o NF e não o City. Não teria 2 citys na garagem da família.
Ou você gosta de sofrer e comprar o pior carro na sua opinião?

Tem que somar tudo.

Visual importa e muito. Ou você um dia já achou que poderia comprar um ETIOS?
Se visual não pesasse tanto, a Hyundai não vendia tanto carro. Concorda? E o GM Cobalt venderia feito água não só para taxistas (me parece que o cobalt é o preferido hoje pela maioria dos taxistas, barato, confortável e cabe muita bagagem mas é odiado por outros devido ao design quadradão tiozão)

E o new fiesta tem cara de carrinho.

O city e o NF estão muito próximos, é verdade.

No final o que mais pesou pra mim foi o espaço interno e no porta malas.

Meu cunhado e meu vizinho de vaga de garagem têm New Fiesta. Andei na estrada com o NF e não senti o controle de estabilidade (acho que os 7 air bags e o controle de estabilidade as únicas vantagens reais do NF).

O câmbio CVT é uma grande vantagem.

Aí dizem que perde a emoção.
Parece que fazer tudo certinho é monótono e precisamos de um pouco de imperfeição para ficar satisfeito e ter um pouco de emoção (como acontece nas músicas, uma melodia perfeita não tem graça e parece ser música de criança, tem que ter dissonâncias para dar emoção (7m, 7M, diminutas, blue note, etc. como já dizia a música "desafinado" do mestre Tom jobim)).
Mas carro não é pra dar emoção, carro é pra dar conforto.

Tem também que notar que quanto mais você automatiza uma máquina mais você fica a mercê do que os engenheiros que ajustaram essa máquina acham que ela deve fazer. Assim, se eles maximizam para consumo, certamente vai prejudicar o torque e vice-versa. É o preço da comodidade e conforto.

Dirigi o NF e posso dizer, que no city você perde "emoção" mas ganha em "conforto". Dentro do City talvez você perca a emoção de ter aquelas alterações no torque a medida que acelera (considero essas variações um defeito de um câmbio que não é cvt). Se quer a emoção de dirigir então compra um carro 2.0 com câmbio manual, não me venha comparar sedãs automáticos.

Mas pra isso temos o modo S e os paddle shifts. Eles não servem só para brincar. Experimente pisar firme no acelerador com a relação do cvt fixada em alguma marcha virtual. No modo drive como o carro não sabe que estou com pressa nem sabe que tem uma ladeira a frente, ele continua selecionando a melhor relação para potência e consumo (tenta manter o giro baixo). Mas se estou com muita carga eu fixo no S2, piso no acelerador e o carro dispara na subida.

Se o CVT é tão bom, por que os carros maiores não usam? Por que ainda não conseguiram fazer uma transmissão mais resistente e por isso o CVT normalmente é usado até 40kgfm, para motores mais fortes não da pra usar CVT (ainda).

Aí eu vi em muitas matérias por ai mostrando que a principal vantagem do NF é o auxílio de saída em rampa. Que isso é tão prático que você usa toda hora. Não é como o controle de tração ou o airbag que você nem sente que estão lá.
Mas você já tentou sair com o City em rampa? e de ré?? precisou usar o freio de mão? precisou de alguma agilidade excepcional de motorista? Claro que não. Só precisa disso quem não confia no carro pois está acostumado com carrinhos como o NF.
Tem coisa que só carros com mecânica inferior precisa.
E aí colocam essas coisas para consertar deficiências do carro e coloca na propaganda como vantagem.
(nas primeiras semanas eu tive que insistir com minha esposa na saída na ladeira dizendo "só tira o pé do freio e acelera que o carro vai, não precisa se preocupar do carro voltar ou morrer vai que dá" mas ela demorou pra acreditar que dava certo).

O City é de longe muito mais confortável tanto para dirigir quanto para os passageiros. Além de ser mais seguro.
Apesar das comparações de frenagem darem empate entre os dois, os testes não são realistas pois são feitos apenas com o motorista e sem carga. Quando se faz o mesmo teste com passageiros ou com carga (que seria a situação real) o city se dá muito melhor que o NF.
O empate sem carga só acontece por que o NF é muito mais leve que o City. Mas quando você põe uma mala ou um passageiro a mais no carro, eles não vão pesar mais no city- o peso deles é o mesmo independente do carro e aí o city leva vantagem por ter um EBD com acerto e programação muito melhor.

Então os airbags extras que o NF tem é para compensar a menor segurança que ele dá nas emergências. Você precisa de uma proteção maior num carro que tem mais probabilidade de colidir e tem um impacto potencialmente maior nas colisões.

E uma outra grande desvantagem do NF. Os paddle shifts. No NF é um botão que fica na alavanca e que não consegui usar direito de jeito nenhum. Tem que pensar umas 3 vezes para conseguir colocar na marcha que se quer.....não é nada intuitivo.

Ah, o NF é mais largo? deve ser algum friso ou algo do tipo por que por dentro ele muito mais apertado.

Ponto fraco do City?
Talvez a central multimídia que não tem GPS.
Mais uma vez, acho melhor uma tela de GPS no canto parabrisa acima do painel. Um GPS na posição da central é incômodo e inseguro, tendo que desviar o olhar da estrada por alguns segundos para tentar ver e entender a imagem apresentada. Fora isso, eu tinha antes um DVD no carro e usei apenas 1 vez. Não da pra assistir enquanto dirijo e não fico no carro assistindo parado. Só minha filha vê filmes no carro mas ela fica no banco de trás e prefere o player de 10" com 32GB de filmes que ela tem.

Outro ponto fraco?
O motor.
O NF faz 0 a 100 em 10,2 entuanto o city faz em 11,3 segundo testes comparativos na web. Aqui não tem jeito. Pra quem considera isso um requisito essencial, então deve ficar com o NF.

O NF tem algumas coisas a mais que o City?Essas coisas fazem diferença para você? Essas coisas seriam realmente necessárias no City?
E as coisas que os dois tem em comum? Elas são realmente equivalentes nos dois carros?
Exemplo: os 2 tem bancos de couro, mas o do NF é meia boca e meio pano Alegre
Outro exemplo: os 2 tem ABS com EBD mas como o do NF não funciona direito, precisa de 7 airbags e controle de tração.
Os dois não possuem pedal de embreagem garantindo melhor conforto ao dirigir, porém o do NF é automatizado e por isso precisa de auxílio de saída em rampa além de consumir mais. Porém, o NF da trancos após as trocas de marcha. Porém o do NF da muito problema. Porém, o do NF..........

De nada adianta encher o carro de siglas estranhas se todas elas forem meia-boca ou só existirem para cobrir a deficiência de outra sigla meia-boca do carro.

Vou virar vendedor da Honda hehehe.
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10/05/2015, 10:20
Resposta: #12
RE: Bom negocio?
O que estou vendo nas mensagens debatendo as características é que ambos estão levando em consideração as percepções pessoais e não os dados técnicos e números frios que sempre devem ser usados para ter uma comparação sem puxar para um lado ou outro. Para uma pessoa a beleza é o mais importante, para outro a segurança, para outra é o motor, para outra é o consumo de combustível, para outra é o espaço interno, para outra é o custo da manutenção, para outra é o valor de revenda, para outra é o status que o carro dá etc...

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10/05/2015, 21:57 (Resposta editada pela última vez em: 10/05/2015 22:18 por queroumcity.)
Resposta: #13
RE: Bom negocio?
a questão é que não existem números frios, como são próximos vai da importância que cada um da a cada número. O único número frio seria a quantidade de vendas de cada carro mês a mês mas não achei esses números (sei que existem). As vendas resumiriam a média do gosto das pessoas.
De qualquer forma, a gente não decide qual modelo de carro comprar pela lábia do vendedor.

A gente compra pelo que viu no carro e pelo que caiba no orçamento.

Tem gente que compra um carro só por que é mais bonito e mais caro. Depois fica dizendo que o carro é ruim, e isso e aquilo mas depois a noite sai todo posudo se achando o máximo no carro mais caro e bonito e se fosse comprar novamente compraria o mesmo ou outro mais caro.

Mesmo assim, mesmo não adimitindo, esse foi o melhor carro para essa pessoa.

então, carro, no Brasil não é um utilitário usado apenas para transporte pessoal e familiar mas um item de lazer, conforto e hobby (e para alguns de status).

se não fosse assim, eu compraria o cobalt que é muito mais barato e supre as minhas necessiades.

a questão aqui é cada um apontar o que achou bom em cada carro, e ai, quem está na dúvida pode escolher o seu carro com base nessas informações.

Ah, falando em números frios, achei a lista de vendas de janeiro a abril de 2015
http://quatrorodas.abril.com.br/autoserv...2015.shtml

O city está na posição 26. O Fiesta sedan nem aparece.
O COROLLA está em 14o
E o HB20s está em 16o.
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10/05/2015, 23:28
Resposta: #14
RE: Bom negocio?
Amigo queroumcity,não me leve a mal,mas você está parecendo esse pessoal que fica no FB defendendo o PT e atacando o PSDB.

Carro é questão de gosto e de conhecimento tbm.
Só não comprei o NF pela falta de espaço interno.
Quando reclamo do City com meus amigos,eles falam que não ouvem a opinião de suas mulheres quando compram um carro,como eu fiz.
Mas só comprei pq o City era acima de qualquer suspeita.Se ela quisesse um Gran Siena por exemplo,ia morrer pedindo mas eu nunca compraria.
Mas resumindo:Acho que o Polo que vendi para comprar o City mais carro.
Como já disse,carro é questão de gosto e conhecimento.
Ps.Sou assinante da 4 Rodas desde agosto de 1990.Nasci em 1977
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11/05/2015, 07:20
Resposta: #15
RE: Bom negocio?
Números frios não são números de vendas e sim os dados técnicos e dimensões do carro, número de vendas só serve para dizer quem é o mais vendido e não o melhor carro, ou vão dizer que o Gol é melhor que uma BMW?! Há, seguro e custo de manutenção também são números bem frios e reais.

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11/05/2015, 07:56
Resposta: #16
RE: Bom negocio?
Retirado de http://carroonline.terra.com.br/ja-dirig...-novo-city

Fiesta Sedan x Novo City
Honda City EXL e Ford New Fiesta Titanium mostraram muito equilíbrio no comparativo
15/10/2014 17:00 | Autor: Márcio Murta


Nos últimos anos, o mercado não apenas recebeu automóveis com layouts diferentes, como os consumidores – cada vez mais exigentes – foram capazes de fazer com que alguns modelos mudassem de categoria a cada nova geração. Por isso, classificar veículos por segmento tem se tornado uma tarefa cada vez mais difícil. A Honda não facilitou esse processo com a quarta geração do City, que acaba de chegar às lojas. O até então sedã compacto cresceu, mas ainda é 10 cm menor em comprimento que um Honda Civic — classificado como sedã médio. Mas, segundo a própria Honda, o City mira nas versões de entrada de modelos que disputam espaço com seu irmão mais velho. Confuso, não é?

A justificativa da Honda para considerar o City EXL, que custa R$ 69.000, como um veículo apto a concorrer com modelos maiores está no amplo entre-eixos (2,60 m) e lista de itens de série, composta por quatro airbags, ar-condicionado com acionamento digital, sistema de som com tela tátil de 5”, revestimento interno de couro, piloto automático, câmbio CVT, direção com assistência elétrica e volante multifunção. Porém, em nossa visão, com apenas 5 cm a mais que o New Fiesta, o modelo da Honda ainda pode ser visto como rival do sedã compacto da marca da Ford. Portanto, reunimos as duas versões topo de linhas de ambos para esse comparativo. As diferenças começam logo pelos preços: R$ 63.290 no New Fiesta Titanium e R$ 69.000 no City EXL.

Em um primeiro olhar, o New Fiesta Titanium aparenta ser muito mais negócio em comparação ao Honda, não é verdade? Por R$ 63.290, o Ford tem lista de itens de série similar à do Honda (em vez da câmera de ré, ele tem sensor de estacionamento) e ainda oferece a mais controle de tração e de estabilidade, assistente de partida em rampa e três airbags adicionais (sete no total). São equipamentos de segurança importantíssimos, ausentes até mesmo como opcionais no City. Por outro lado, basta um pouco de convívio com os veículos para notar que o City EXL, apesar do preço superior e lista de itens de série menos atraente, não é uma má escolha.

Com 12 cm a mais de entre-eixos em relação ao New Fiesta Sedan, o City recebe os ocupantes do banco traseiro com espaço notavelmente melhor para pernas. Todavia, a largura do assento é apenas razoável no Honda e, além disso, a área para a cabeça não agrada — características que já existiam na terceira geração. Esses pequenos pecados não impedem que o Honda não apenas acomode melhor seus passageiros em comparação ao Ford, como também apresente interior mais bem construído e refinado. A sensação de qualidade é reforçada pelo ar-condicionado digital (que se apaga quando a ignição é desligada) e o belo quadro de instrumentos.

O acabamento interno do New Fiesta tem visual interessante, mas não transmite sensação de qualidade do material e de refinamento no encaixe das peças. Outro detalhe que conta a favor do Honda é o porta-malas: com 536 litros, ele comporta 71 litros a mais que o Ford.

Como eles vão na pista
Segundo a Honda, o novo câmbio CVT que equipa o City (que estreou no Fit 2015) é muito mais eficiente se comparado à caixa similar que equipou o primeiro Fit vendido no Brasil, lançado em 2003. A empresa afirma que a novidade oferece acelerações muito mais rápidas quando exigido, além de permitir que o motor trabalhe em rotações mais baixas no momento em que está em velocidade de cruzeiro. Em nossos testes, o modo suave como o câmbio trabalha aparentemente auxiliou no consumo de combustível: o sedã da Honda registrou médias de 7,5 km/l em ciclo urbano e 12,4 km/l em rodovias, contra 7,4 km/l e 11,3 km/l, respectivamente, do Ford. É válido ressaltar, no entanto, que o City pesa 89 kg a menos que o New Fiesta Sedan Titanium, e seu motor gera menor rendimento.

Ao exigir desempenho máximo em nossa pista de testes, um resultado curioso surgiu: o New Fiesta apresentou melhores números nas retomadas e nas acelerações até 120 km/h. Porém, acima dessa velocidade, o City saiu-se melhor (confira todos os números de teste na página 76). Isso aconteceu porque o câmbio continuamente variável demora para encurtar suas relações durante as arrancadas, fazendo com que o motor demore mais até atingir as melhores rotações para ganhar velocidade com agilidade. Nesse primeiro momento, as relações mais curtas do câmbio robotizado de dupla embreagem do Ford permitem uma arrancada mais vigorosa.

A situação se inverteu, no entanto, em velocidades maiores, situação na qual a resistência do ar aumenta exponencialmente sempre que a velocidade é dobrada. Acima de 120 km/h, a cada troca de marcha, o Ford tem seu rendimento reduzido até que as rotações do motor se elevem novamente ao pico da sua potência. Já no caso do Honda, poucos segundos após sair da imobilidade, em aceleração plena, as rotações do motor se estabilizam no ponto de potência máxima, enquanto apenas o câmbio altera suas relações para ganhar velocidade, permitindo melhor desempenho. Mas essa vantagem do CVT dificilmente será obtida no dia a dia do proprietário do carro, uma vez que ela só apresenta benefícios acima de 120 km/h. Por outro lado, a caixa de marchas continuamente variável do City EXL (que também oferece 7 marchas “virtuais”, caso o motorista opte por trocas manuais) agrada pelo funcionamento notavelmente mais suave que o câmbio Powershift do modelo da Ford.

Mais diferenças

New Fiesta Titanium e City EXL apresentam o mesmo leiaute de suspensão, com McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira. Porém, mais uma vez, revelam comportamentos totalmente diferentes na hora de dirigir — resultado de ajustes e de geometrias distintos. Embora seja um veículo estável e tenha ficado visivelmente mais macio que seu antecessor, a nova geração do City mostra acerto totalmente voltado para o conforto. O Ford passa longe de ser desconfortável, mas nota-se imediatamente que ele foi desenvolvido também com cuidado para agradar condutores que curtem a experiência de conduzir. E os controles de tração e estabilidade se encarregam de manter a dirigiblidade em situações adversas.

Além da suspensão, a posição de dirigir do New Fiesta agrada aqueles que apreciam dirigir. O banco apoia bem o corpo, mesmo nas curvas, o condutor consegue sentar em posição baixa e o volante tem ótima “pegada”. Todavia, enquanto o City EXL oferece borboletas para trocas de marcha no volante, o Ford tem apenas um botão instalado na lateral da alavanca de câmbio — ou seja, em um ponto pouco intuitivo — para realizar trocas manuais. Para um veículo com tantos apelos de esportividade e de dirigibilidade, a ausência das borboletas no New Fiesta Titanium chama a atenção e deixa a desejar.

O que torna o New Fiesta Titanium explicitamente mais cansativo para o convívio diário é sua “personalidade” ousada. Se a sua direção mais rápida não causa incômodos, o mesmo não pode ser dito do acerto do seu acelerador eletrônico. A sensação é de que, em função de um ajuste eletrônico, a borboleta de aceleração abre muito mais do que o orientado pelo pedal do acelerador. Isso faz com que o veículo pareça mais vigoroso. Porém, o motor não apenas rende normalmente quando o pedal é todo pressionado, como o condutor precisa de delicadeza com o acelerador para evitar solavancos. É um comportamento desnecessário para um sedã cuja principal proposta não é esportividade.

No fim das contas, após pesar os prós e contras de cada um dos sedãs em nossas tabelas técnica e mercadológica, o Honda City EXL se sobressai como melhor escolha nesse comparativo. A diferença mínima de pontuação entre os modelos, contudo, mostra que o novo modelo da marca japonesa não evoluiu como poderia em sua quarta geração.

Embora não seja empolgante de dirigir por oferecer desempenho mediano (o que, convenhamos, não é a sua proposta), o City é silencioso, econômico, espaçoso, tem bom porta-malas e ótimo acabamento interno. A novidade deixa a desejar com a falta de importantes itens de segurança, como controle de estabilidade e mais airbags. Visto por essa ótica, ele se torna um modelo mais caro que o desejado. Mas também acerta em características que são esperadas em um sedã prático para o cotidiano.

O Ford New Fiesta Titanium, por sua vez, se destaca como uma inquestionável boa opção no mercado, e é marcado pelo bom custo-benefício. Entretanto, a atual escola da Ford aparentemente não privilegia muito o espaço para o banco traseiro (mesma característica encontrada no novo Focus), o que lhe roubou alguns pontos neste duelo. Além da área para a acomodação dos ocupantes, o modelo da marca do oval azul pecou pelo acabamento com qualidade inferior e o comportamento excessivamente agressivo. São detalhes que lhe custaram a derrota por um ponto.

Conclusão:

Média final técnica:

1º Honda City EXL: 178 pontos

Pontos positivos: acabamento interno, porta-malas, consumo de combustível

O Honda City evoluiu muito em sua nova geração, especialmente no habitáculo da versão topo de linha EXL. A sensação de qualidade oferecida pelo acabamento é ótima, o ar-condicionado com tela tátil é um grande destaque, assim como o espaço interno, área do porta-malas e baixo nível de ruído. Ele é o melhor automóvel do comparativo. Porém, é inegável também que o City poderia ser melhor em muitos aspectos, fato evidenciado pela sua pontuação extremamente próxima à do Ford New Fiesta Titanium. Falta ao modelo da Honda controle de tração e estabilidade, Hill Holder e mais três airbags para ficar no mesmo nível do rival.

2º Ford New Fiesta Titanium: 177 pontos

Pontos positivos: dirigibilidade, segurança

Gostoso de dirigir, bem equipado e repleto de importantes itens de segurança, o Ford New Fiesta Titanium só não ganhou esse comparativo em função do limitado espaço interno – embora o nível de ruído e sensação de qualidade também tenham tido peso negativo para o sedã. O Ford foi melhor nas retomadas e nas acelerações até 120 km/h, mas seu consumo de combustível foi maior que o do Honda. Não sacramentou a vitória neste tira-teima por muito pouco.

Média final de mercado:

1º Ford New Fiesta Titanium: 53 pontos

Pontos negativos: espaço interno, ruído

O Ford New Fiesta Titanium se mostra uma escolha ligeiramente mais atraente que o rival. Ele não foi tão bem nos valores de manutenção e revisão quanto o Honda, mas seu custo-benefício é imbatível: R$ 6.000 a menos e é muito mais bem equipado que o City EXL.

2º Honda City EXL: 52 pontos

Pontos negativos: faltam itens de série e espaço para cabeça no banco traseiro

O calcanhar de Aquiles do City quando observado sob o ponto de vista de mercado é o seu custo elevado – reforçado por uma lista de itens de série mais enxuta que a do rival. Ainda assim, o modelo da Honda é amparado pela fama de boa durabilidade.

Veredicto: Honda City EXL é o vencedor

H onda City EXL e Ford New Fiesta Titanium mostraram personalidades totalmente distintas, apesar da carroceria com três volumes. O New Fiesta Titanium é muito bem equipado e custa consideravelmente menos que o Honda. Porém, além de ter porta-malas menor, seu espaço interno é inferior ao do rival. E o acerto do conjunto motriz do Ford o faz oferecer comportamento um pouco mais agressivo que o desejado para um veículo com proposta familiar. No fim de todas as contas, o modelo da marca japonesa se apresentou como a melhor escolha pela versatilidade – um dos maiores motivos de existência de um sedã. Para completar, o City EXL também é mais silencioso, econômico e confortável. Mas poderia ser mais bem equipado.

Outras opiniões

Por Leonardo Barboza I Editor-de-testes
Mesmo o New Fiesta custando menos, tendo mais equipamentos de segurança e desempenho melhor em relação ao City, nessa categoria eu prezo pela qualidade de acabamento, pelo espaço interno e pelo conforto a bordo. Assim, o City é mais negócio, embora seja mais caro.

Por Hector Vieira I Repórter
Levo muito em conta o bom desempenho e a dirigibilidade, quesitos que o New Fiesta cumpre muito bem. Porém, o Ford peca no diminuito espaço interno, bem como na qualidade de acabamento. Em função do melhor espaço interno e da qualidade de construção, fico com o Honda City.
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11/05/2015, 08:30 (Resposta editada pela última vez em: 11/05/2015 08:36 por queroumcity.)
Resposta: #17
RE: Bom negocio?
O que eu quiz dizer (e realmente disse) é que não há números frios.
O que mais chega perto seria o número de vendas.
número de vendas resume o que as pessoas estão querendo e REALMENTE comprando.
Uma BMW I8 não é melhor que um Gol, se te fizer ir a falência no primeiro problema que tiver.
Mas você comparando carros semelhantes com propostas semelhantes e faixa de preço semelhante. Olhando as vendas você sabe o que a maioria das pessoas acha de cada carro. As pessoas que compram esses carros olham todos os números, todos os itens e acabam comprando o que acham melhor.
As vendas não só resumem esses números, mas resumem as pesquisas que essas pessoas fazem antes de comprar, comparando cada quesito. Desde preço do carro, preço do seguro, custo de manutenção, espaço, portência, etc. E a maioria das pessoas prefere o city que o NF. Esse é o mais próximo que se pode chegar de um número frio.

Mas o que eu disse antes é que você não compra baseado em números frios. Cada número tem importância que é relativa para cada um e é subjetivo, não é frio. Se fossem realmente números frios, todo mundo iria comprar o mesmo carro.

José Márcio,

Foi o que quiz dizer.
Carro é questão de muita coisa.

E não adianta falar que um carro (NF) é muito mais carro que o outro baseado somente itens adicionais que colocaram nele pra fazer propaganda com eu disse que o Heitor fez.

(ah. eu sou o pedro pedreira, se começar a discutir política aqui não vai ter mais fim hehehheehe. Mas só pra você ficar sabendo a minha orientação política, acho que a coitada da Dilma está pagando pelos 8 anos em que o Lula foi presidente. Ela precisou simplesmente continuar o que ele havia começado.
Entre 2004 até 2018 (provavemnte) o Brasil esteve e está passando pelo Bônus Demográfico, onde a maior parcela da população está em fase produtiva - nem criança e nem idoso - TODOS os países que passaram por essa fase tiveram um boom de crescimento e qualidade de vida...o Brasil foi a única e acachapante exceção.
Entre 2005 e 2012 - tivemos os melhores anos (de longe) para preços e demandas por commodities como a soja. E ao invés de aproveitar o dinheiro extra entrando para crescer, tornar mais produtivo, Lula usou o dinheiro para fazer propaganda política).
Perdemos a grande oportunidade de crescer como a Corea do Sul que passou recentemente pelo mesmo bonus demográfico.
E estávamos preparados para crescer, foram 10 anos de aperto nos cintos, criação de amarras para não acontecer igual os governos nas décadas de 70 que gastaram tudo para se manter no poder e fizeram acontecer o holocausto no Brasil de 80 a 95. Lula conseguiu gastar todo o dinheiro em inutilezas só para ganhar voto, a falta de recursos veio pesar no colo da Dilma), Lula conseguiu avacalhar com as leis criadas para botar restrições no governo para não gastar além da conta.
Calcula-se que o prejú nesses 12 anos é de mais de 700bi....e é prejú, não é dinheiro desviado. É preju para o Brasil e isso nunca mais será recuperado. São por exemplo, máquinas compradas pra fazer obras Rio que não servem pra nada a não ser dar emprego para amigos e salvar empresas de outros amigos....tanto não servem pra nada que foram abandonados após ter atingido o objetivo de tirar dnheiro do governo e passar para os amigos.
E isso não é má administração como andam dizendo nos jornais. É proposital, feito por alguém que não ta nem ai se as coisas vão piorar daqui a 5 ou 10 ou 20 anos, até lá ele acha que seu eleitor não vai conseguir associar o que ele fez agora com as mazelas que lhe serão impostas no futuro devido a isso. Como sempre ele vai por a culpa nas elites (sem dizer quem é a elite e o que ela fez pra ficar assim ---- pra quem anda de fusca, a elite é quem anda de city, pra quem anda de city a elite é quem anda de mercedes, pro pedreiro a elite é o comerciante, pro comerciante a elite é o industrial, e assim vai)
Suspeito de todo governo que dá tudo que as pessoas pedem.....provavelmente está deixando de fazer tudo que é necessário mas que não fica a vista dos eleitores ---- se eu fosse um político que estou querendo apenas roubar e me manter no poder para continuar roubando eu vou mirar na parcela de eleitores mais fáceis de comprar e usar o dinheiro do próprio governo pra comprar o voto deles....assim eles não irão achar que estou comprando o voto deles.
)

depois dessa pode me expulsar do forum hehehhehe
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12/05/2015, 18:01
Resposta: #18
RE: Bom negocio?
Show seu desabafo!

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13/05/2015, 14:58
Resposta: #19
RE: Bom negocio?
Amigos que debate foi esse heim, gostei.

Só para informação , já estou com o meu CITY EX 2015 na garagem e o que estou achando? bem só falo uma coisa,HONDA é HONDA e ponto final.
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14/05/2015, 06:11
Resposta: #20
RE: Bom negocio?
Li tudo, vi muitos equívocos, lembrando que meu hobby é realmente carros e à 14 anos e não de hoje, algumas palavras fazem sentido... Depois irei responder melhor, com imagens tecnicas e informaçoes bem precisar sem o "eu acho isso e aquilo" e fora o hobby lazarento que já foi dinheiro legal quando mais novo, perder noites estudando, perguntando pra pessoas da area, teve os 3 anos e 6 meses de engenharia mecânica.... Até ver que não era bem isso q eu queria profissionalmente e sim era uma paixao, um hobby pessoal. Quero aqui aprender e compartilhar um pouco que eu sei lembrando isso. Mas depois respondo com precisão. E destacar pontos que amigos escreveram..

CITY 2015/15 Branco EX.
[Imagem: mb4glh.jpg]
Garagem: http://www.hondacityclube.com.br/thread-309.html
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